Marcelo Mirisola transgressão e o sagrado, numa relação que ora se conflitua, ora se concilia, caracterizam a escrita (a obra) de Marcelo Mirisola. Como em Georges Bataille, que venera. A transgressão naquela exata medida da insanidade, do obsceno, da ousadia para dizer tudo, mesmo que plangente e bárbaro. O sagrado, na medida da singularidade da
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