Dificilmente saltaria com ímpeto da cama como o fiz naquela terça-feira pelas 4h10, fazia-se a madrugada já respeitar, para me arranjar, fechar as malas de viagem e encaminhar-me para o aeroporto durante os fugazes minutos que o distanciam da casa onde moro. Desta vez, pela primeira vez, para espanto de muitos, íamos os três: eu, o meu marido e o nosso filho, com apenas um mês e meio de idade.Barcelona

Umas miniférias de três dias, quatro voos em três companhias aéreas distintas, três cidades, dois países e, para abraçar, a taça da ansiada Final da Liga Europa. O motivo desta viagem era de facto futebolístico, já que nos aguardava um expectante Sevilha-Benfica, mas o sentido da viagem adivinhava-se muito mais nobre. Levávamos connosco um bebé tão pequenino, com a convicção e a confiança – sustentadas também no aval do pediatra – de que nesta ousadia sobressaem as vantagens em detrimento das desvantagens e dos riscos. E, como por mais de diversas vezes nos demos conta de que Deus protege os audazes, seguimos viagem.

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Família benfiquista entre Barcelona e Turim 64

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