Morreu há dias o famoso estilista de alta-costura alemão que nos filtrou a moda anos e anos a fio com a direção criativa de marcas tão prestigiantes, como a Fendi ou a Chanel. Entre as reações à sua partida são registadas lágrimas um pouco por todo o mundo. Por cá, com a graça do costume, reagia por exemplo Rui Zink, no contexto do Correntes d’Escritas, numa alusão à dificuldade que passará a ter, a partir de agora, em saber como se vestir…

Continuaremos a ter a bússola para vestir melhor, se quisermos, no legado que Karl Lagerfeld efetivamente nos deixou e que, com toda a certeza, está patente na sua gigantesca biblioteca particular, que adoraria conhecer ao vivo e a cores. De acordo com o que é possível ler um pouco por todo o lado, na biblioteca de Karl Lagerfeld encontramos materializadas as suas várias coleções em centenas de catálogos e as disciplinas de pintura, arquitetura e design numa mancha predominante de álbuns.

A grande particularidade da biblioteca do estilista internacional vai para a disposição horizontal de todos os livros, para uma mais fácil leitura e identificação dos diferentes títulos. As várias lombadas estão, assim, num grande destaque num espaço que, ao que parece, tem um pé direito muitíssimo alto praticamente todo preenchido com livros e livros, num traço incontestável de organização e aprumo.

Pergunto: ficará na moda?

A gigantesca e (horizontal) biblioteca de Karl Lagerfeld 64

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